
Durante sua palestra na segunda edição do 3 em 1, Renata Saavedra contou aos participantes a visão do profissional de atendimento sobre a criação do briefing. De acordo com a publicitária, o atendimento precisa estar atento a 3 P’s: pessoas, processos e pensamento estratégico. Primeiro, ele tem que saber lidar com pessoas, resolver seus problemas. Segundo, precisa entender os fluxos de sua empresa, todo o funcionamento. E terceiro, é fundamental que ele saiba administrar a ansiedade do cliente.
“O atendimento tem que pensar, não é simplesmente anotar as coisas num briefing. O cliente quer um atendimento que entenda seu negócio, que saiba acrescentar algo. Ele quer muito mais que propaganda. Para isso, o atendimento precisa sair e visitar a empresa do cliente”.
Depois de dar uma panorama geral sobre o profissonal de atendimento dentro das agências, Renata seguiu comentando sobre o briefing. Para ela, não existe um modelo correto de briefing. O importante é que o atendimento saiba interpretar o que o cliente quer e dizer isso de forma clara no documento.
Ela deu um exemplo interessante sobre um péssimo briefing: “Criar as peças abaixo para o cliente acima. Qualquer coisa me falem”.
Renata enfatizou que não existe um ringue entre atendimento, criação e cliente. Pelo contrário, o trabalho precisa de ser realizado em conjunto para que saia bem feito. Deve sempre haver negociação entre os três.
Uma frase de Júlio Ribeiro, Renata fez questão de destacar: “O briefing muitas vezes é um elemento valioso para registrar a visão que a empresa tem do seu problema. Mas não pode ser confundido com as Sagradas Escrituras. Tem que ser discutido. É difícil encontrar uma pessoa inteligente que não tenha opinião”.
E para finalizar, a publicitária deixou três dicas aos participantes da palestra:
- Troque por um minuto de lugar com a dupla de criação. Imagine as perguntas que ela faria. (Olhar e ver se está legal, se está tudo claro no briefing).
- Em caso de alteração reúna tudo num só documento, pois várias rodadas de alterações ajudam a induzir ao erro e desestimular a equipe. (Criação é vaidosa, o atendimento tem que saber passar a ela as notícias ruins).
- Muitas vezes nos preocupamos em informar, quando na prática deveríamos inspirar.
“O atendimento tem que pensar, não é simplesmente anotar as coisas num briefing. O cliente quer um atendimento que entenda seu negócio, que saiba acrescentar algo. Ele quer muito mais que propaganda. Para isso, o atendimento precisa sair e visitar a empresa do cliente”.
Depois de dar uma panorama geral sobre o profissonal de atendimento dentro das agências, Renata seguiu comentando sobre o briefing. Para ela, não existe um modelo correto de briefing. O importante é que o atendimento saiba interpretar o que o cliente quer e dizer isso de forma clara no documento.
Ela deu um exemplo interessante sobre um péssimo briefing: “Criar as peças abaixo para o cliente acima. Qualquer coisa me falem”.
Renata enfatizou que não existe um ringue entre atendimento, criação e cliente. Pelo contrário, o trabalho precisa de ser realizado em conjunto para que saia bem feito. Deve sempre haver negociação entre os três.
Uma frase de Júlio Ribeiro, Renata fez questão de destacar: “O briefing muitas vezes é um elemento valioso para registrar a visão que a empresa tem do seu problema. Mas não pode ser confundido com as Sagradas Escrituras. Tem que ser discutido. É difícil encontrar uma pessoa inteligente que não tenha opinião”.
E para finalizar, a publicitária deixou três dicas aos participantes da palestra:
- Troque por um minuto de lugar com a dupla de criação. Imagine as perguntas que ela faria. (Olhar e ver se está legal, se está tudo claro no briefing).
- Em caso de alteração reúna tudo num só documento, pois várias rodadas de alterações ajudam a induzir ao erro e desestimular a equipe. (Criação é vaidosa, o atendimento tem que saber passar a ela as notícias ruins).
- Muitas vezes nos preocupamos em informar, quando na prática deveríamos inspirar.
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