Comigo aconteceu tudo naturalmente. Certo dia eu estava na praia e um moço me perguntou: "quanto você quer para pôr meu nome no teu maiô". E pronto! Fiquei com esse patrocínio por quase 5 anos. Muitos outros me ofereceram dessa mesma forma, inclusive o atual. Porém eu sou excessão, alguns atletas com grande destaque não conseguiram patrocínio, e tiveram que sair do estado. Mas para mim, está claro que o marketing é muito importante tanto para o patrocinador, como para o patrocinado. É o que conta a nadadora Pepenha Cruz, uma das palestrantes na próxima edição do 3em1.Segundo a atleta, a otimização da divulgação da marca e do esportista são fundamentais. E existe uma outra importância que é a preservação da imagem do atleta. “Prestar atenção aos pequenos detalhes para não afetar a nossa imagem é bastante necessário”.
No Espírito Santo, as empresas patrocinam ao atleta individualmente, e não todo o clube. Nos outros estados, o patrocínio abrange todos os atletas, e pelas suas classificações desembolsam valores diferenciados. "E assim os esportistas se desenvolvem cada vez mais, e com "tranquilidade", pois sabem que ao final do treinamento terão condições financeiras para competir e alcançar suas metas", comenta Pepenha.
De acordo com a nadadora, os esportes nos quais o estado se destaca, são os "mais baratos", que não "precisam" de muito investimento. Geralmente são esportes de praia como: beach soccer, maratonas aquáticas, bodyboard, vôlei de praia e outros. Ou seja, esportes que não precisam de quadras, estádios, e outras estruturas.
“É aí que entra o marketing esportivo, que pode dar dicas de comportamento ao atleta, por exemplo, para que ele transmita uma imagem positiva. Ele é também responsável pelo contato com os patrocinadores, diminuindo uma obrigação que seria do atleta, o estressando menos e deixando mais tempo para treinar ou descansar”, enfatiza Pepenha.
Nenhum comentário:
Postar um comentário