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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Bate-bola sobre briefing

Quais as principais concessões feitas pelo profissional de atendimento em relação ao cliente? (Por Victor Cardoso – estudante de Comunicação Social – Ufes e integrante do Projeto 3em1).

Renata: O cliente tem que saber entender o que o atendimento e a criação querem fazer no trabalho. E esses profissionais têm que se fazer entender. Sempre questionar se o cliente está entendendo. O briefing é um documento, uma ferramenta pra o trabalho. É um momento de construção. O profissionais incluem as informações e as transformam em uma bela campanha. É um trabalho em conjunto, não pode ter embate. Não existe concessão na construção do briefing.

Como deve ser a apresentação dos trabalhos (campanhas) para o cliente? O que você pensa sobre o profissional da criação apresentar os trabalhos? (Por Paulo – estudante de Comunicação Social Ufes).

Renata: Não existe fórmula. Cada cliente e cada campanha tem seu peso e sua importância. Temos que saber conduzir o cliente para que quando ele veja a peça goste e aprove.
Marina: Ser empolgado na apresentação ajuda muito, essa é a parte que mais gosto no meu trabalho. O cliente dificilmente se empolga. É legal a criação participar das apresentações, o cliente às vezes pensa que o atendimento é quem faz tudo. É sempre bom explicar como a agência funciona.

Que tipos de iniciativas podem ser feitas para que haja interação com o cliente durante o período de criação do seu trabalho? (Via Twitter, Fernanda – estudante de Comunicação Social Ufes e Atendimento da Ecos Jr.).

Renata: Não deve haver interação com o cliente enquanto a criação está produzindo. Não é interessante ele ficar dando palpites. É perigoso colocar o cliente dentro do processo, porque assim ele acompanha o trabalho por partes. É mais interessante entregar o projeto pronto, pra defender a idéia é mais fácil e de forma correta.

Cite um ponto positivo e um negativo da vivência nas agências de publicidade capixabas. (Por Felipe Tessarolo, professor coordenador do 3 em 1).

Marina: um ponto negativo é fato de que existem poucos departamentos de marketing e poucos que investem nesta área. O ponto positivo é que o mercado está crescendo e que vai ter emprego pra todo mundo.

Renata: os problemas sempre existem, tanto aqui como lá fora.A diferença é que no mercado capixaba os valores são um pouco melhores, e em outros mercados as especulações são em milhões. Temos que acreditar na profissionalização. Uma nova geração está assumindo as empresas de publicidade capixaba, essa geração tem a cabeça mais aberta e novas ideias. As coisas estão mudando com uma velocidade muito grande.

Bruno: um grande problema, ou seja, um ponto negativo, é o dinheiro. Tanto em relação à remuneração do publicitário quanto em relação ao que o cliente pode pagar pelo serviço. O positivo é que aqui você tem oportunidades de experimentar enquanto você é novo.

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